Na juventude estudei com homens tão excelentes controladores do tempo que a própria morte tentaram avaliar. Uma reunião foi feita. Perante um grupo de filósofos outro grupo submeteu-se ao envenenamento, tendo aquele segundo grupo experimentado a sensação da passagem, começaram logo a descrever o que é a morte enquanto o outro grupo tudo anotava. Os moribundos tentaram avaliar suas próprias mortes balbuciando sobre os últimos momentos da vida e filosofando sobre os primeiros da morte. Tais homens treinaram de tal forma suas mentes para ver o que era essa passagem, mas todos eles não retornaram para nos dar notícias. Ao final, seus sentidos foram se apagando e com eles suas consciências, seus corpos e mentes estavam tão fracos pelo poder da passagem que sobre a morte, prova mesmo, não deixaram nem uma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário